Prefeito de Tapes apresenta estudo e pede apoio aos modais aquaviários

A retomada do transporte aquaviário no Rio Grande do Sul foi tema de debate na sede da Famurs na última terça-feira, 06 de agosto, quando o prefeito de Tapes, Silvio Rafaeli esteve reunido com o presidente da entidade, Eduardo Freire, com o coordenador geral da federação, José Scorsatto e com o presidente da Associação Hidrovias do Rio Grande do Sul (HidroviasRS), Wilen Manteli, aos quais apresentou um importante estudo sobre o tema, visando conquistar apoio para sensibilizar o Governo do Estado da importância que o sistema representa para os 65 municípios que margeiam a Lagoa dos Patos ou que são cortados por rios navegáveis.

Rafaeli informou que há tempos a administração municipal tapense tem acompanhado os desdobramentos deste assunto junto ao governo estadual e vem reunindo dados e empenhando esforço para que a demanda receba atenção. Neste sentido destacou que existe um estudo sobre as hidrovias desde 2010, a partir de um trabalho minucioso de uma consultoria Holandesa que demonstra a viabilidade deste modal no RS.

O prefeito avalia que com a execução do projeto haverá mais agilidade no escoamento da produção agrícola pela logística de transporte com maior capacidade de cargas, além de aliviar o transporte pesado nas rodovias que não deixará de existir, apenas passará a ter viagens com menor percurso.

“O transporte aquaviário proporciona maior competitividade pelo custo ser muito inferior, além de criar um grande atrativo com a finalidade de trazer novas empresas e gerar mais empregos e renda para o município”, avaliou.

Ficou agendada para o dia 22 de outubro na FAMURS, uma nova reunião com a participação de entidades públicas e privadas, para dar andamento nas tratativas.

Foto: Acervo Professor Miguel Sanchis / www.conjuminando.com.br

Nas décadas passadas, o município de Tapes tinha instalado empresas que realizavam este tipo de transporte aquaviário através de chatas, quando a produção de arroz viajava pelas águas da Lagoa dos Patos, e acabou pelo fato do Governo Federal priorizar transporte no modal rodoviário, fazendo com que não houvesse investimentos e atrativo comercial para sua continuidade.

Fonte: Ascom Pref. Mun. Tapes | Redação: Regional

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