Pepino será apresentado como opção de incremento de renda

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Plantio em sistema de espaldeira garante melhor qualidade (Foto: Divulgação)

Os agricultores familiares de Cerro Grande do Sul poderão ter mais uma alternativa de produção e renda a partir do final deste ano. Uma reunião aberta ao público deverá ocorrer na próxima quinta-feira, 30 de novembro, às 13h30min, na Câmara de Vereadores, com a presença de um representante técnico da empresa Bom Princípio Alimentos, que vem propor parcerias para a produção de pepinos para conserva.
A finalidade do encontro é explicar aos interessados as características da produção de pepino, sua rentabilidade, o mercado e a logística de comercialização.
De acordo com o secretário da Agricultura e Meio Ambiente, Valnur Ruszkowski, a empresa garantiu a compra de toda a possível produção do município, desde que dentro dos padrões exigidos. Pepinos entre cinco e oito centímetros estão entre os de primeira linha, e atualmente são comercializados a R$ 2,00/Kg. Os que medirem entre oito e dez centímetros são classificados como segunda linha e o preço está entorno de R$ 1,25/Kg. Já os acima de dez centímetros serão dispensados pela empresa.
No mesmo dia a empresa Bom Princípio Alimentos terá reuniões com agricultores de municípios vizinhos com a mesma finalidade, no sentido de organizar a logística de transporte de forma que possa buscar o volume produzido na região com o custo benefício conveniente. Pela proposta sugerida os produtores do município deverão levar a produção até a secretaria municipal da Agricultura e Meio Ambiente, onde a empresa recolherá.
A forma de produção deverá ser pelo sistema de espaldeiras na vertical e irrigado. Este método facilita o manejo e interfere na qualidade do produto que não toca o solo. O pepino rasteiro não interessa para a empresa.
“Diferente da outra vez que foi tentado implantar o cultivo no município, agora tomamos alguns cuidados, tanto no sistema de produção quanto na garantia de mercado e ajuste na logística que vão dar maior segurança ao produtor”, explicou Valnur.
O secretário colocou ainda que o ideal é cultivar áreas pequenas num primeiro momento de forma que o agricultor consiga fazer o manejo de maneira tranquila e com a atenção que a planta necessita para produzir com qualidade. “Um casal de agricultor, por exemplo, deve cultivar não mais que um quarto de hectare pra poder atender bem”, exemplificou.

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