Conheça o carro com IPVA de mais de R$ 500 mil

Acompanhando o salto nos valores dos carros usados em 2021, o preço do IPVA, o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores, também subiu este ano. A cobrança do tributo (que varia de estado para estado) pesou mais no bolso dos paulistas, já que a alíquota adotada pelo estado é a maior possível: 4% sobre o valor tabelado de um veículo.

Logo, não surpreende que os valores mais caros do país venham de lá. O maior imposto cobrado em São Paulo ficou para a lista seleta de donos do veículo Porsche 918 Spyder. São apenas duas unidades emplacadas em todo o estado.

Considerando o valor atual do modelo, que se aproxima dos R$ 13,2 milhões, o IPVA é calculado acima dos R$ 525 mil para 2022. Se o tributo for pago de uma só vez, o valor final cai para cerca de R$ 480 mil por conta do desconto de 9%.

Além do valor do IPVA, outros números do Porsche 918 são igualmente impressionantes, tanto que o colocam em uma prateleira acima dos superesportivos. Parte da categoria dos chamados hipercarros, o modelo foi apresentado pela primeira vez em 2013 na Alemanha.

A produção do modelo foi encerrada em 2015. Em alusão ao seu nome, foram apenas 918 unidades produzidas. Imagem: Fingerhut/Shutterstock

O Porsche 918 Spyder foi desenvolvido com motorização híbrida, composta por um motor principal a combustão V8 de 4.6L capaz de entregar 608 cv de potência e 55 kgfm de torque. Em conjunto, a marca alemã incluiu mais dois motores elétricos: um de mais 129 cv no eixo dianteiro e outro de 156 cv na traseira. No total, o veículo oferece 887 cv e 93,5 kgfm de torque ao motorista.

Com transmissão automatizada de dupla embreagem com sete velocidades e tração integral, o Porsche 918 mantém números que são difíceis de bater até hoje no seu segmento. A aceleração de 0 a 100 km/h, por exemplo, se dá em 2,6 segundos e a velocidade máxima é de 345 km/h.

Raro e caro, o Porsche 918 Spyder é um modelo de alto valor em qualquer lugar do mundo, sendo alvo de colecionadores milionários. No Brasil, em 2015, quando era novo, o carro não saía por menos de R$ 3 milhões, ou seja, R$ 10 milhões a menos do que o avaliado hoje em dia.

Interior

Gabriel Sérvio

Redação CLICR
Serviços gerais

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