Fonte: Ascom Gov. RS

Responsável pelo serviços de assessoramento para o mapeamento topográfico do Estado, a equipe do 1º Centro de Geoinformação (1º CGEO), organização do Exército Brasileiro sediada em Porto Alegre, teve audiência com a secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag), Leany Lemos.

A reunião, nesta sexta-feira (1º), serviu para apresentação de balanço dos trabalhos na Região Funcional 1 (RF 1), que compreende os Coredes Centro-Sul, Metropolitano, Delta do Jacuí, Paranhana, Encosta da Serra, Vale do Caí e Vale do Sinos.

A parceria visa integrar esforços para a geração, organização e compartilhamento de uma base cartográfica digital contínua do território do Rio Grande do Sul no âmbito da sua Infraestrutura Estadual de Dados Espaciais (Iede/RS) e da Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (Inde). A partir deste esforço conjunto, a meta é estabelecer ações conjuntas voltadas à definição de uma política de produção de dados e informações geoespaciais referentes ao território do RS.

A implantação da Iede/RS é um dos projetos prioritários do governo gaúcho, desenvolvido com financiamento do Banco Mundial. É um grande acordo para o compartilhamento de informações de natureza geoespacial, essencialmente voltado ao planejamento, acompanhamento da execução e monitoramento de políticas no âmbito das organizações públicas.

A reunião contou com as presenças do chefe do 1º CGEO, coronel Antônio Henrique Correia, e do secretário adjunto da Seplag, Barão Mello da Silva. Participaram também o major Leonardo Moreira, os capitães Felipe Diniz e Franck da Silva, o diretor do Departamento de Planejamento da Seplag, Antonio Cargnin, e a gerente do projeto Iede/RS, Maria do Socorro Barbosa.

A Iede compreende:

– Acordo entre instituições estaduais para o compartilhamento de dados geoespaciais;

– Atualização da Base Cartográfica Oficial do Rio Grande do Sul.

O projeto pretende:

– Promover o adequado ordenamento na geração, armazenamento, acesso, compartilhamento, disseminação e uso de dados geoespaciais adquiridos com recursos públicos;

– Promover a utilização dos padrões e normas homologados na produção de dados geoespaciais;

– Evitar, a partir do compartilhamento, a duplicidade de aquisições e o desperdício de recursos na obtenção de dados geoespaciais pelos órgãos da administração pública estadual;

– Adquirir a base cartográfica digital contínua do território gaúcho, na escala 1:25.000, de modo a dotar os órgãos estaduais de informações geoespaciais atualizadas;

– Possibilitar meios para que todo o dado espacial do estado apresente metadados.