RS e EUA discutem transição energética

Em videoconferência promovida pela Embaixada e Consulados dos EUA no Brasil, em parceria com o Governo do Estado do Rio Grande do Sul, autoridades e especialistas debateram o “Engajamento em Transições Energéticas”. Os dois países vêm se preparando para um futuro de baixas emissões de carbono que exigem fontes de energia sustentáveis em substituição à dependência de combustíveis fósseis, como o petróleo e o carvão mineral. O evento virtual teve a participação, como palestrante, da especialista norte-americana e líder global em energias, Colette Honorable, que abordou energia limpa, políticas energéticas, desenvolvimento de infraestrutura e eficiência energética. Ela elogiou as iniciativas do RS em desenvolver a tecnologia do hidrogênio verde e de engajamento de diversas matrizes de energia limpa, como eólica, biomassa e pequenas centrais hidrelétricas. Ela acredita que o Brasil pode ser referência para o resto do mundo no processo de descarbonização do planeta.

O cônsul-geral dos EUA em Porto Alegre, Shane Christensen, lembrou a assinatura do Memorando de Entendimento entre EUA e RS, em junho do ano passado, que consolidou o alinhamento das duas partes para o crescimento sustentável. Já o governador Ranolfo Vieira Junior destacou o Projeto Avançar, que prevê investimentos de R$ 6,3 bilhões, sendo R$ 193 milhões para os quatro eixos do Avançar na Sustentabilidade. O eixo energia, que contempla o Hidrogênio Verde, foi estruturado para alavancar a transição energética de fontes poluentes para alternativas sustentáveis, contando com investimento de R$ 52 milhões. O Chefe da Casa Civil, secretário Artur Lemos Junior destacou metas assumidas pelo governo do Estado na Conferência das Nações Unidas sobre Mudança no Clima (COP26) para neutralizar as emissões de carbono no RS em 50% até 2030 e em 100% até 2050. Só para usinas eólicas offshore no RS, existem US$ 10 bilhões em investimentos aprovados.

A Secretária de Relações Federativas e Internacionais do RS, Patrícia Kotlinski, destacou a relevância do evento no momento em que o mundo se prepara para um futuro que exige a transformação dos padrões energéticos vigentes. “Para que se dê a substituição de combustíveis fósseis por fontes menos nocivas ao meio ambiente, os governos devem oferecer incentivos e políticas energéticas pertinentes para o aumento da geração de energia limpa. Além disso, proporcionar debate entre especialistas, governo, setor privado, academia e sociedade civil, a fim de identificar as melhores práticas a serem implantadas para um projeto de sucesso de transição energética”, afirmou a titular da Serfi.

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