O presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Conclusão das Obras da Duplicação da BR-116, Ronaldinho Renocar (PP); vice-presidente João Pedro Grill (PSB); secretária Marivone Ramos (PT); suplente Eva Rosi (PSDB);
Membros: ver. Neco(PSDB), Ilson Meireles(PP), Daniel da Pacheca (PSDB), Claiton Silva (PDT), e o presidente da Câmara de Vereadores de Camaquã, Luciano Cabeça (PSDB) se manifestaram contrários a implantação da praça de pedágios na cidade Camaquã-RS.

Entenda:
Lideranças políticas e empresariais da região se reuniram virtualmente para conhecer a proposta da concessionária Ecosul.
A empresa enviou ao Ministério de Infraestrutura em que propõe reduzir o valor dos pedágios dos atuais R$ 12,30 para R$ 7,00 e assumir duas obras , mas em contrapartida ganharia mais prazos para explorar os 457,3 km, e abriria uma sexta praça de pedágio, na cidade de Camaquã.

Proposta da Ecosul:
A concessionária, que assinou o primeiro contrato em 1998, se propõe a reduzir o valor do pedágio de R$ 12,30 para R$ 7,00 e a realizar duas obras: a recuperação da antiga ponte sobre o canal São Gonçalo – desativada desde 1974 -, na ligação Pelotas-Rio Grande, e a duplicação de oito quilômetros da BR-392 – lote 4 -, no acesso ao porto de Rio Grande.
Em contrapartida, a Ecosul teria duas vantagens: ganharia a ampliação do contrato, por prazo ainda não revelado, e abriria uma praça de pedágio em Camaquã.

Contraproposta do Ministério de Infraestrutura:
O governo aceitaria a proposta levantada pela Ecosul, desde que a empresa passasse a responder pelas obras de duplicação da BR-290 entre Pantano Grande e Eldorado do Sul, que estão em fase inicial. O trecho, entretanto, fica no vale do Rio Pardo, no Centro do Estado.

Em vídeo vereadores se posicionaram contrario a instalação do Pedágio em Camaquã:

https://www.facebook.com/164454940423448/videos/110742594371961