Em nota, Hospital de Camaquã afirma estar preparado e habilitado para receber leitos de UTI

Em nota divulgada na última quarta-feira, dia 24 de junho, o Hospital Nossa Senhora Aparecida de Camaquã (HNSA) informou que a instituição está preparada e habilitada, desde o dia 03 de abril,  para receber 10 leitos UTI Covid-19, 20 leitos clínicos de retaguarda e na pré triagem junto ao Pronto Socorro.

A nota esclarece que para implementar este tipo de atendimento é preciso garantir investimos na estrutura física da UTI, do Pronto Socorro e na qualificação da equipe assistencial.

Confira mais detalhes da nota:

Contratamos a IMPROVE – Foco no Paciente, empresa com atuação há 11 anos no mercado e ampla experiência em gestão de equipes clínicas, implementação de modelos médicos assistenciais baseado em preceitos da medicina hospitalar e lean healthcare e implementação e gestão de indicadores e protocolos assistenciais. Atua com equipes formadas por médicos, enfermeiros e engenheiros de produção com a finalidade de otimizar fluxos e processos, gerando um cuidado mais adequado, com redução de desperdícios, fazendo com que o cuidado correto chegue ao paciente certo. Isso gera benefício ao paciente, instituição hospitalar, mas também, a todos os profissionais envolvidos na linha de cuidados, com organização dos fluxos, processos e protocolos relacionados a linha de cuidado ao paciente com suspeita de COVID-19.

Com uma visão de melhorar a qualidade do cuidado e entendendo se tratar a pandemia de uma condição dinâmica, implementamos medidas que visam garantir uma assistência adequada aos pacientes, bem como a segurança dos profissionais e demais pacientes não respiratórios que adentram a instituição. Dito isso, todo desenho do fluxo do paciente COVID, processos envolvidos na assistência e protocolo assistencial visam atender melhor a este paciente, de forma mais segura para todos.
Isso sem dúvida envolve algum desconforto, pois há uma nova situação que ninguém estava acostumado.

Entendemos isso! No entanto, para o cuidado do paciente COVID, algumas premissas devem ser seguidas, como por exemplo a segregação de fluxos entre pacientes respiratórios e não respiratórios, uso correto dos EPI´s preconizados, protocolos que auxiliem os profissionais a uma tomada de decisão mais assertiva. Isso gera necessidade de revisão de práticas outrora realizadas e que, em um primeiro momento, muitas vezes nos tiram da zona de conforto. Tal fato é normal, e precisa ser superado com trabalho em equipe e capacitação de todos. Sem dúvida, todo o esforço do HNSA, IMPROVE e PROMED são para qualificar a assistência na instituição e assegurar a segurança dos profissionais que nela trabalham.
Em relação às implementações estas são dinâmicas, assim como a pandemia. Assim, todo protocolo, fluxo ou processo é passível de revisão e de uma construção conjunta com eventuais sugestões e apontamentos feitos por quem está diariamente atendendo na linha de frente.
Contamos com todos vocês e nos colocamos a disposição!

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