Fábia Richter reuniu apoios mas não chegou ao Ministério da Saúde

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Presidente eleito escolheu o deputado federal Mandetta (DEM –MS), na tarde de terça-feira (20) para ocupar o cargo
A região Centro Sul do Estado do Rio Grande do Sul esteve perto de ter uma representante em um cargo de destaque no Governo Federal, a partir da indicação da prefeita de Cristal, Fábia Richter (PSB) para assumir o Ministério da Saúde, no governo Bolsonaro. Contudo a expectativa foi frustrada na tarde desta terça-feira, 20 de outubro, quando pela sua conta do Twitter, como tem sido de praxe em seus anúncios oficiais, o presidente eleito Jair Bolsonaro revelou que o deputado federal Luiz Henrique Mandetta, do Democratas, de Mato Groso do Sul, será o titular da pasta.

O deputado federal Mandetta é ortopedista pediátrico e não se candidatou novamente, portanto não ocupará mandato na próximo legislatura.

A prefeita cristalense recebeu forte apoio em nível nacional, sobretudo do Movimento Municipalista, da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e de organizações como o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) e Conselho Regional de Enfermagem (Coren) de São Paulo.
Fábia disse que não chegou a se deslumbrar com a possibilidade de ser ministra, mas que reconhece a importância que seria exercer o cargo, com a possibilidade de defender as causas municipais, a partir das experiências de trabalho de quem vive essa realidade.
“Apesar de não ter sido escolhida é preciso considerar o peso que teve essa indicação e todo apoio recebido, o que me deixa extremamente honrada e ciente da responsabilidade que temos enquanto representantes da região. Esse fato nos fortalece ainda mais na nossa luta pelas questões da saúde, da defesa do Sistema Único de Saúde e das demandas municipalistas. Vamos continuar lutando e entendemos que a região está amadurecendo em um crescimento político por representatividade de fato”, finalizou.

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